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Acidente de trabalho, morte e fatalismo




A criatividade do trabalhador para ativar o risco é imensurável. Sempre querendo quebrar protocolo de segurança ou queimar etapas de segurança. Se já fiz isso, não aconteceu nada, porque não posso fazer novamente? É a luta do diabinho com o anjo guarda de segurança. O diabinho sempre instigando o trabalhador para buscar o perigo. Como geralmente o perigo não é visível, o trabalhador se arrisca e percebe muito tarde o perigo visível, que é o acidente.
O trabalhador aceita passivamente a fatalidade. Ele reconhece que é predestinado a fatalidade. Para ele o acidente ou morte faz parte da vida.
Quantas vezes já ouvimos essas expressões ou crenças:
■ "Tinha que acontecer" quando se está diante de um evento trágico, ou no mínimo, indesejado.
■ Por que tinha que ser assim?
■ Em caso de morte, há sempre quem diga "cada um tem sua hora".
■ Frente a um assalto ou acidente, não soaria estranho se ouvíssemos que aquele indivíduo estava no lugar errado na hora errada, ou que era seu destino, mesmo que o tal lugar fosse visivelmente inseguro pelas próprias características.
■ Em outras palavras, o que tem que acontecer, simplesmente acontece e não há como escapar do fato.

Crenças como essas mostram que, muitas vezes, buscamos transferir a causa do acontecimento indesejado, motivo de sofrimento, a algo que está fora do nosso controle, de preferência bem distante de nós. É deste modo que o fatalismo ganha forma e expressão.

Os trabalhadores podem até desafiar o perigo e construir o que chama de "guarda-chuva defensivo" como mecanismo coletivo de proteção contra o medo. Esta é uma estratégia segundo a qual, diante de atividades reconhecidamente arriscadas, os trabalhadores tendem a desafiar o perigo se expondo a ele. Ao desafiarem o risco, eles teriam a sensação de dominá-lo.
Como o trabalhador já está acostumado com a adversidade da vida, o perigo faz parte dessa vida.
Atribuindo ao Criador do Mundo a responsabilidade sobre o trágico, de certo modo os trabalhadores encontram coragem necessária para lidarem com o perigo visível e o próprio medo da morte. Desta forma, mesmo que admitam que o trabalho é arriscado, o acidente só irá acontecer e a morte só poderá abater "se Deus quiser".

Mesmo que reconheçam a condição perigosa pela ausência de segurança oferecida pelas empresas, o acidente fatal acontece aos colegas porque "tinha que acontecer". Em outras palavras, a morte chegou porque já era seu momento. Para quem sofreu acidente grave e sobreviveu, o que aconteceu foi um grande susto: "Eu andei muito perto de morrer, mas acho que não chegou à hora ainda", diz um trabalhador. E se Deus permitiu que o acidente acontecesse, ao menos evitou que a tragédia fosse maior não subtraindo a vida: "Deus não quis que eu morresse".

Assim, saúde e doença, vida e morte são processos que se explicam pela intervenção de Deus ou do destino, mesmo que, muitas vezes, os próprios trabalhadores reconheçam que determinadas condições de vida e trabalho sejam fundamentais para a proteção da saúde e da vida, e que a ausência de uma política de segurança adequada nas empresas seja a grande responsável por acidentes e mortes. Esta dupla forma de racionalizar os eventos que atropelam a vida pode até parecer um tanto paradoxal. Um olhar mais atento, entretanto, poderá mostrar que se trata de uma visão bastante coerente da realidade. A geração de trabalhador ainda vem da área rural, desde criança passam por privações, adversidades, que moldam sua aceitação do perigo, sua rusticidade, etc.

Suas vida são geralmente marcadas por um conjunto de adversidades e certa intensidade de sofrimento, normalmente associado à determinada situação de vida na qual a precariedade e a incerteza são os mais fortes matizes. Iniciam-se no trabalho muito cedo, ainda na infância, e geralmente, em atividades consideradas muito penosas, como exemplo, trabalho no campo ou na roça, lutando contra fome e água, etc. Já adultos e, normalmente, com família constituída, o medo do desemprego, a baixa escolaridade e a falta de qualificação são geralmente os principais motivos para se submeterem ao trabalho nas condições que oferecem as empresas.

Fica claro que o trabalhador sabe que sua vida está em risco porque não há segurança efetiva das condições de trabalho. O binômio segurança-coragem se opõe à insegurança-medo, ambos percebidos como diretamente associados à situação objetiva, concreta de trabalho. Então, a busca de justificação dos acontecimentos através de Deus ou do destino não está relacionada, necessariamente, à causa imediata, mas à explicação última de porque acontece de um jeito e não de outro.

Como os trabalhadores aprenderam desde a infância que há uma espécie de ordem natural das coisas e que vêem na própria condição de vida e nas relações de mando e de exploração até mesmo uma determinada ordem divina, o acidente e a morte só poderiam ser, em última instância, determinados por Deus ou pelo próprio destino. É preciso dar sentido coerente e aceitável àquilo que percebem como inevitável e, deste modo, a visão fatalista dos acontecimentos atua, inclusive, no sentido de amortecer o medo e facilitar a aceitação do risco. Não fosse isso, voltar ao trabalho depois de ter sofrido algum acidente, ou até mesmo após presenciar a morte de um companheiro, seria uma tarefa ainda mais sofrida, senão impossível.

De certa forma, o fatalismo está associado a uma atitude de docilidade frente aos processos de obediência no trabalho e na vida. E o que é o caráter dócil senão a capacidade de aceitar facilmente o que se impõe ou sugere, o que se diz do trabalhador de "fácil trato", "para qualquer serviço"? Se é assim, é até esperado que trabalhadores que assumem este modo de agir não questionem de modo efetivo as condições objetivas que enfrentam no trabalho; pelo contrário, é possível mesmo imaginar sua aceitação por acharem que "a vida é assim mesmo". E se o fatalismo está na base da explicação e justificação de tudo o que acontece na vida dos indivíduos, então, ele tende a ser, por isto mesmo, um valioso instrumento nas mãos das empresas.

A aceitação do acidente por parte dos trabalhadores e também da sua morte como fruto do acaso, do desígnio de Deus ou do destino, pode, inclusive, colaborar para eximir as empresas da própria responsabilidade sobre as causas desses eventos. Obviamente que o trabalhador sabe que "trabalhar com segurança é trabalhar com coragem", ou seja, o risco de acidente seria menor em condições adequadas de trabalho.
Entretanto, ele também pensa que, mesmo em condições seguras, se o acidente tiver que ocorrer, simplesmente ocorrerá e a morte também, "porque eu estou vendo que vai acontecer". Diante disto, é até mesmo possível esperar atitudes passivas por parte dos trabalhadores frente o descaso das empresas em relação à segurança: por que e para que reivindicar e se indispor com os patrões, arriscando, inclusive, perder o próprio emprego, se, ao final, tudo o que acontece aos homens tem o peso da mão de Deus ou do destino? Quanto às empresas, se a visão fatalista pode contribuir para calar o trabalhador, por que elas, por iniciativa própria, adotariam políticas de segurança adequadas?

É também necessário que o trabalhador experimente uma nova condição de vida e trabalho para que, assim, possa começar a construir uma nova concepção de mundo na qual, entre outras coisas, as causas do que acontece de bom e mal na vida não seja atribuída a Deus ou ao destino, mas sim às ações, intencionais ou não, dos próprios indivíduos.

Obviamente, a morte, como evento natural intrínseco ao processo de viver, não está sob domínio humano, mas a morte prematura, aquela que furta a vida porque esta não está sendo vivida com a qualidade e o sentido que deveria ter, poderia, sim, estar sob algum controle dos homens.

Máquina mortífera - Álcool x Carro


O consumo de bebidas alcoólicas, mesmo que não excessivo, é causa, direta ou indireta, de inúmeros acidentes de trânsito de que resultam milhares de vítimas, já que este é um depressor que prejudica as capacidades psicofisiológicas.
1) O ÁLCOOL NO ORGANISMO
Só cerca de 5% do álcool ingerido é eliminado diretamente através da expiração, saliva, transpiração e urina. O restante passa rapidamente para a corrente sanguínea, sendo transportado pelos vasos sanguíneos para os diversos órgãos. Quando atinge o cérebro, órgão abundantemente irrigado de sangue, afeta, progressivamente, as capacidades sensoriais, perceptivas, cognitivas e motoras, incluindo o controle muscular e o equilíbrio do corpo. Assim, o álcool interfere, negativamente, em todas as fases da condução.Além disso, o grande purificador do álcool no nosso organismo, o fígado, só lentamente procede à sua decomposição, uma média de 0,1 a 0,2 g/l por hora, no caso dos homens, e de 8,5 a 10 mg/ml por hora, no caso das mulheres.
2) ELIMINAÇÃO DO ÁLCOOL
O processo de eliminação do álcool é lento. Refira-se, como exemplo, que num indivíduo que tenha atingido uma taxa de alcoolemia no sangue (TAS) de 2,00 g/l à meia-noite, só às 20 horas do dia seguinte o organismo eliminou completamente o álcool no sangue, apresentando, ainda, às 12 horas uma taxa de 0,80 g/l, em circunstâncias médias e normais.Este processo não pode ser apressado por nenhum meio, assim como não é possível eliminar os efeitos do álcool. Existem, contudo, substâncias e fatores que perturbam essa eliminação, nomeadamente atrasando as funções normais do fígado, ou potenciando o seu efeito nocivo como o café, o chá, o tabaco, certos medicamentos e a fadiga.
3) ALCOOLEMIA E TAXA DE ALCOOLEMIA
Chama-se alcoolemia à presença de álcool no sangue e exprime-se por gramas de álcool puro num litro de sangue. A esta porcentagem chama-se taxa de alcoolemia no sangue (TAS).
Há diversos fatores que interferem na TAS:
Pessoal:
* Peso (pessoas mais pesadas, normalmente, apresentam taxas menos elevadas);
* Idade e sexo (a capacidade metabólica face ao álcool é, em geral, significativamente inferior nos adolescentes e nas mulheres);
* Crianças, filhos de alcoólicos, epilépticos, pessoas que tenham sofrido traumatismos cranianos são mais sensíveis ao álcool;
* O estado de fadiga, alguns estados emocionais, certos medicamentos aumentam a sensibilidade ao álcool.
Formas de absorção:
A mesma quantidade de álcool pode originar valores de TAS muito diversos, na mesma pessoa ou em pessoas diferentes, conforme seja ingerido em jejum ou às refeições, rapidamente ou com grandes intervalos.
A TAS é mais elevada com um consumo de álcool excessivo, rápido e em jejum.
Características da bebida.
A taxa de alcoolemia depende não só da quantidade de bebida ingerida como do seu maior ou menor grau alcoólico, bem como se a bebida é gaseificada ou aquecida (nestas duas últimas situações a absorção do álcool é mais rápida).
4) OS PRINCIPAIS EFEITOS DO ÁLCOOL
A ação do álcool no sistema nervoso origina efeitos nefastos que prejudicam o exercício da condução, como:
4.1) Audácia incontrolada:
Sensação de bem-estar e de otimismo, com a conseqüente tendência para sobrevalorizar as próprias capacidades, quando, na realidade, estas já se encontram diminuídas;4.2) Perda de vigilância em relação ao meio envolvente;4.3) Perturbação das capacidades sensoriais, particularmente as visuais
:4.3.1) Reduz a acuidade visual;
* A visão estereoscópica é prejudicada, ficando o condutor incapaz de avaliar corretamente as distâncias e as velocidades;
* A visão noturna e entardecer ficam reduzidas;
* Estreitamento do campo visual (com o aumento da intoxicação alcoólica, o campo visual pode chegar à visão em túnel, situação em que a visão do condutor abrange única e exclusivamente um ponto à sua frente).
4.3.2) Perturbação das capacidades perceptivas;
4.3.3) Aumento do tempo de reação e lentificação da resposta reflexa:Designa-se por tempo de reação o tempo que divide entre a percepção de um estímulo e o início da resposta a esse estímulo.As bebidas alcoólicas ingeridas pelo motorista afetam, ao nível do cérebro e do cerebelo, as capacidades perceptivas e cognitivas, as capacidades de antecipação, de previsão e de decisão e as capacidades motoras de resposta a um dado estímulo.Assim, em caso de necessidade de efetuar uma frenagem brusca devido, por exemplo, ao aparecimento de um obstáculo imprevisível na faixa de rolamento, a alcoolemia torna mais lento o processo de identificação, aumentando o tempo de reação e provocando, conseqüentemente, um alongamento da distância de frenagem do veículo.
4.3.4) Diminuição da resistência à fadiga:O álcool desempenha um verdadeiro papel de analgésico ao nível dos centros nervosos e se, numa determinada fase, pode contribuir para criar um estado de euforia, este é, posteriormente, substituído por uma fadiga intensa que pode chegar até ao entorpecimento.
5) O ÁLCOOL E A COORDENAÇÃO PSICOMOTORA
Sob o efeito do álcool, a coordenação psicomotora do motorista é afetada, podendo traduzir-se em frenagens bruscas e desnecessárias, mudança brusca de direção, etc.
6) O ÁLCOOL E O RISCO DE ENVOLVIMENTO EM ACIDENTE GRAVE
O risco de envolvimento em acidente grave aumenta rapidamente à medida que a concentração de álcool no sangue se torna mais elevada.
TAS - taxa de alcoolemia no sangue
TAS Aumento do risco
0,50 g/l Duas vezes
0,90 g/l Cinco vezes
0,80 g/l Quatro vezes
1,20 g/l Dezesseis vezes
7) O ÁLCOOL E O ESTADO EMOCIONAL
A ingestão de bebidas alcoólicas, mesmo em pequenas doses, pode transformar uma pequena contrariedade num grande problema e dar origem a estados de agressividade, frustração, depressão ou outros que são, normalmente, transferidos para a direção, com todos os riscos que isso comporta.
8) O ÁLCOOL E OS MEDICAMENTOS
Numerosos medicamentos agem ao nível do sistema nervoso, alterando faculdades particularmente importantes para dirigir. Quando combinados com o álcool acarreta, ainda, maiores riscos.Os efeitos da conjugação de álcool e medicamentos, mesmo que a sua ingestão não seja simultânea, podem ser antagônicos ou reforçarem-se mutuamente.
9) O ÁLCOOL E OS JOVENS
Os acidentes que envolvem jovens motoristas sob o efeito do álcool ocorrem essencialmente à noite, em situação de lazer .Desta forma, é de fundamental importância que os jovens, com vista à sua própria segurança e à dos outros (acompanhantes e pedestres da via pública), se revezem entre os elementos do grupo em que se inserem, no sentido de um deles não beber para que a condução se processe com a máxima segurança possível.
SE VAI DIRIGIR, NÃO BEBA; SE BEBER, NÃO DIRIJA.

Fonte : Revista "Segurança"- Portugal - Fevereiro de 2005

Debate, Tema: Tecnólogos


A Resolução 1010, o projeto de lei que regula a profissão de tecnólogo, e a ART são os temas debatidos desde ontem(04/05) pelo os coordenadores de Câmaras Especializadas em Engenharia Civil do Sistema Confea/Crea, reunidos extraordinariamente na sede do federal em Brasília.
Antonio Carlos de Aragão (Crea-PB), coordenador nacional, lembra que a Câmara foi das primeiras a concluir a montagem da matriz do conhecimento: “ela passa por ajustes finais na forma de apresentação e subsidiará a inovação apresentada pela Resolução 1010, que traz uma nova formatação na concessão e permite agregar novas atribuições, na medida em que o profissional adquire novos conhecimentos”. Ele informa que o passo seguinte é o debate para “clarear as áreas onde ainda existem sombreamentos de atribuições entre as diversas especialidades reunidas pelo Sistema”.
Aragão também esclarece que também é preciso estabelecer quais os procedimentos com relação aos profissionais formados entre 1973 e 2005 e têm suas atribuições reconhecidas nos moldes da Resolução 218.
Numa visão histórica da concessão de atribuições, o coordenador nacional da Câmara de Civil ensina que o Decreto de 1933 – que criou o Sistema Confea/Crea e regulamentou inicialmente as profissões de engenharia, arquitetura e agronomia - permitia que os engenheiros formados na modalidade civil executassem qualquer tipo de serviço, como os da área de elétrica, por exemplo. “A Resolução 218, de 1973 veio ordenar esse universo passando a exigir estudos específicos para ter atribuições reconhecidas, mas sem permitir a agregação de novas atribuições, inovação apresentada agora pela Resolução 1010, que retrata a realidade atual”.
No comando dos trabalhos que reuniram 36 participantes, Aragão anuncia a próxima reunião do grupo para os dias 2 e 3 de junho em São Paulo e afirma que “até lá os coordenadores têm ainda mais tempo para sugerir adaptações”.
Um tema que vem sendo discutido à exaustão pelos integrantes não só das câmaras especializadas em engenharia civil, mas também pelos das outras oito câmaras do Sistema, é o Projeto de Lei 2245/2007, de autoria de Reginaldo Lopes (PT-MG), que tem como relator Vicentinho (PT/SP) e tramita na Comissão do Trabalho e Administração do Serviço Público. A PL trata da regulamentação da profissão de tecnólogo. “A maioria é contra esse projeto da forma como está redigido porque estabelece que as atribuições dos tecnólogos sejam dadas por força de lei e não pelo reconhecimento dos estudos realizados”.
“Há uma grande preocupação com a redação do projeto de lei que em seu artigo de número 2 diz que as atribuições serão reconhecidas pela lei e não pelos conselhos de profissões regulamentadas. Isso causará problemas e os maus intencionados podem recorrer a lei e fazer o que é privativo de quem tem ensino com maior carga horária e conhecimentos mais abrangentes”, defende Aragão.
“Somos favoráveis à regulamentação da profissão dos tecnólogos, mas que as atribuições sejam dadas pelos conselhos” reafirma o coordenador para quem “não é positivo, para o Sistema, a existência de profissionais reconhecidos por força de lei e os reconhecidos pela análise de sua grade curricular”.
Hoje, último dia da reunião extraordinária, os coordenadores tratam da ART, da implantação da ART on line e do Acervo Técnico dos profissionais. As atividades encerram-se com uma reunião com o presidente do Confea, Marcos Túlio de Melo.
Fonte: http://www.confea.org.br/publique/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=7932&pai=8&sid=10⊂=nil

Homenagem Ao Trabalhador


H.omem trabalhador
O.perário que clama por justiça
M.ãos calejadas
Em teu árduo trabalho
N.ão és bem recompensado
A São José que foi operário,
G.uarda-os sob tua proteção
Em ti confiamos e clamamos por
M.ais justiça para a classe trabalhadora

A.mparai cada trabalhador (a)
Ó Deus de bondade, escutai as nossas súplicas

T.ransforma Senhor, a vida dos operários
R.eascende a chama da esperança
A dura realidade em que vivem, é
B.astante desigual de todas
A.s demais classes sociais
L.abutam para trazer o alimento
H.oje e sempre, para
A.s nossas mesas, eles são
D.ignos de um salário justo
O.nde um dia possam ver seus direitos
R.espeitados e valorizados.

Infelizmente hoje temos a crise do emprego e esperamos que esta moda deixe de existir diante de nossos trabalhadores e venha os empregos em busca dos trabalhadores.

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