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Quanto vale uma vida ?


Quanto vale uma vida ? Será que vale a pena colocar a vida em riscos para salvar um objeto, fazer uma pequena reforma ou mesmo um simples trabalho. Pode custar uma vida, e isso não tem dinheiro que pague. Nas próximas imagens podemos ver como as pessoas esquecem de proteger suas vidas, e isso pode ser fatal, ou deixar seqüelas para sempre. Antes de fazer um trabalho verifique se é seguro.

Extintores de incendio


Sempre achei que os extintores deveriam ser cada um de uma cor diferente, pois na hora de urgência vai facilitar para quem deve usar para combater um incêndio. Aqueles que trabalham na área têm uma facilidade de identificar, porem para aqueles que só recebem um treinamento uma vez cada 2,3 anos dentro de uma empresa têm dificuldade de localizar a finalidade adequada de cada extintor, mesmo que este esteja no local adequado. Acontece que quando faltam extintor as pessoas vão procurar no local mais próximo, e ai que o risco é maior. Ainda sonho em ver os extintores todos pintados cada um de uma cor diferente.

Ginástica no Trabalho


A ginástica laboral ou ginástica no trabalho, é uma prática educativa de exercícios físicos específicos de compensação.
A ginástica laboral ou ginástica no trabalho é uma prática educativa de exercícios físicos específicos de compensação, a movimentos repetitivos, a ausência de movimentos e posturas incorretas durante a jornada de trabalho, parar o sistema muscular e articular do trabalhador, podendo envolver toda a organização, e surge como uma alternativa para avaliar a sobrecarga do sistema músculo-esquelético. Trata-se da prática voluntária de atividades físicas realizadas pelos trabalhadores coletivamente, dentro do próprio local de trabalho, durante a jornada diária.

Um programa especialmente elaborado para reduzir o desgaste físico e mental dos trabalhadores, aumentando sua capacidade de concentração e de trabalho. São exercícios preparatórios, compensatórios e relaxantes, com duração aproximada de 10 minutos diários que trazem os seguintes benefícios: redução de doenças ocupacionais e do absenteísmo; diminuição da incidência de DORT (doença osteo-muscular relacionadas ao trabalho ); queda do índice de acidentes de trabalho; promoção da saúde e principalmente integração social.

O objetivo mais geral nesse tipo de trabalho é o de conscientizar o indivíduo da necessidade de ser capaz de gerenciar seu estilo de vida, tornando-o mais saudável e responsável pela saúde.

Um dos maiores riscos no escritório é a postura,portanto faça exercícios periodicamente.

Os exercícios podem ser feitos na cadeira sentados, em pé e de varias outras formas dentro da sua empresa.

Movimente-se evite o strees e outras doenças faça bastante alongamentos,mas cuidado preste atenção em algumas dicas importantes:

• Faça os alongamentos dentro do seu limite e sem sentir dor;
• Procure relaxar, enquanto faz os alongamentos com suavidade;
• Mantenha sua posição de alongamento por, pelo menos, 20 segundos e sem fazer balanceios;
• Vá avançando lentamente sem se comparar com outras pessoas, procure atingir seus objetivos devagar;
• Respire naturalmente. A respiração é uma grande aliada do trabalho de alongamento e ela deve ser o mais natural possível;
• Não se esqueça de alongar os diferentes grupos musculares.

Fonte: http://www.viacomercial.com.br/ler_conteudo.asp?idConteudo=9160
juninhotrainer@yahoo.com.br

Sono


Sono - Causa de acidentes
Quem de nós nunca sentiu sono ao dirigir, no desenvolvimento de nossas atividades profissionais ou em outras situações específicas?
Dificilmente alguém responderá afirmativamente.

Em quais horários sentimos mais sono?
Normalmente entre meia hora e uma hora e meia após as refeições, durante o processamento da digestão, período no qual ocorre uma maior concentração de sangue na área do intestino delgado e na parte inferior da área do intestino delgado e na parte inferior do abdômen. Como temos em média cinco litros de sangue no organismo, o fluxo no cérebro diminui sensivelmente, ocasionando no mesmo falta de oxigênio, perda de reflexos e sonolência acentuada.

Quais as conseqüências de dormir ao dirigir?
Lesões em todos os níveis, podendo culminar na morte do condutor e passageiros do veículo, bem como de inocentes que trafegam em sentido contrário, sem considerar, em segundo plano, os danos materiais decorrentes dos acidentes.

Podemos perceber se o condutor de um veículo que se aproxima em sentido contrário está dormindo ou prestes a dormir?
Não é fácil, porém devemos adotar medidas preventivas quando o veículo se aproxima efetuando eventuais “zigues-zagues” na pista.

O que devemos fazer ao sentirmos que estamos sendo dominados pelo sono?
O ideal seria estacionar em local seguro e dormir um pouco. Nem sempre é possível.
Mesmo em estacionamentos de postos de estradas ou em qualquer lugar nas cidades, o risco é grande.
Além disso, situações de emergência não permitem perda de tempo.

Como proceder nessas condições?
Existe um procedimento simples, rápido e eficaz que pode ser adotado em situações de sono provocado por trabalhos repetitivos, viagens longas, paisagens constantes, retas imensas, noites mal dormidas, estafa, festas, aulas, etc.

Discriminaremos as ações que devem ser realizadas em situações de sono ao dirigir. Elas podem ser adaptadas às outras situações, desde que realizadas em locais adequados.
a) Basta parar em um lugar relativamente seguro tão logo sinta sono. Pode ser no acostamento, de preferência no meio de uma reta considerável ou na parte central entre duas lombadas, observando continuamente se algum dos carros que se aproximam diminui a velocidade. É um sinal de alerta de provável assalto. Assim procedendo, teremos tempo de entrar e dar partida no nosso veículo.
b) Fazer 40 abdominais, apoiando as palmas das mãos no chão e jogando as pernas juntas para trás e recolhendo-as junto às mãos novamente, com movimentos rápidos.
c) Fazer 40 "polichinelos", pulando, abrindo e fechando braços e pernas em um ritmo rápido.
d) Fazer "apoio-de-peito-sobre-o-solo". Deitar com o corpo reto, de barriga para baixo, e elevar e baixar a parte de cima do corpo somente com auxílio das mãos, mantendo reto o corpo. Repetir quantas vezes o preparo físico permitir (três a cinco vezes é o mínimo suficiente).
Realizando esses três exercícios, que consomem aproximadamente dois minutos, teremos a certeza de que não seremos vencidos pelo cerca de uma hora.

Explicação:
Existem três sinais vitais no organismo humano: RESPIRAÇÃO-CIRCULAÇÃO-TEMPERATURA
Se um deles aumentar, os outros dois também aumentarão rapidamente. A recíproca é verdadeira no caso de um deles baixar.
Com esses exercícios, movimentamos a maioria dos músculos do corpo, gerando um consumo imediato de energia.
A reposição dessa energia é suprida pelo alimento trazido pelo sangue, cuja hemoglobina transporta o oxigênio respirado.
A pulsação, que atinge em média 70 batimentos por minuto ao dirigir, passa rapidamente para um ritmo em torno de 120 batimentos (não gerando riscos).
A temperatura do corpo aumenta.
A respiração, normalmente entre 12 a 14 ciclos por minuto, acelera-se rapidamente, acima de vinte ciclos, aumentando bastante o volume de ar inspirado. Nessa condição, todos os órgãos são oxigenados e um deles, o cérebro, que requer cinco vezes mais oxigênio que os outros, recebe uma dose maciça de oxigênio, despertando a pessoa por um bom período.
Esse procedimento pode ser adotado para prevenir acidentes em tarefas que reúnam movimentos repetitivos e ruído (prensas, guilhotinas,etc.), ou em um local privado antes do início de aulas noturnas; durante o estudo ou leitura em casa; assistindo a um filme na televisão e em demais situações.

Boas Práticas


A atitude que as gerências dizem saber, mas não fazem acontecer na prática.
"Um bom chefe faz com que homens comuns façam coisas incomuns." Seja você supervisor, líder, chefe ou gerente de equipe, suas atitudes e opiniões serão referências para os seus subordinados e colegas de trabalho. Daí a importância de demonstrar, não como caso isolado, mas diariamente, uma postura ética, transparente, facilitadora e profissional. Confira a seguir sugestões do que considero mais importante. A maioria ou até mesmo todas elas não devem ser muito novas para você, mas nunca é demais lembrar:

01 - A PRIMEIRA IMPRESSÃO É A QUE FICA - Faça da sua apresentação pessoal uma "marca"; barba, cabelos, mãos, unhas, perfume, desodorante, hálito e se vista adequadamente. Embora possa não parecer, a somatória destes detalhes, demonstrara o seu bom gosto, a sua personalidade e o seu caráter. Também contribuirá com a sua postura, o seu astral, além do respeito pelas pessoas e da consideração pela sua função. Você pode acreditar, ainda que informalmente, nunca se apresente sem estar atento ao "conjunto da obra". Você.

02 - EDUCAÇÃO E BOAS MANEIRAS - Cumprimente todos os dias cada membro da equipe, faça disso uma rotina, demonstrando satisfação e alegria por estarem juntos em mais um dia de trabalho. Considere igualmente cada colaborador independente da raça, cor, idade, religião, sexo, etc... Isto fará com que a equipe aprenda a reconhecê-lo como uma pessoa justa e de bom senso.

03 - FORMA DE COMUNICAÇÃO E LINGUAGEM - Muito cuidado com as gírias e modismos no falar, palavras ou expressões de baixo nível não se enquadram com a função de liderança. A sua forma de falar dirá quem você é; se uma pessoa inteligente e interessante ou uma pessoa vulgar e desagradável de se ouvir.

04 - ATITUDES TRANSPARENTES - Demonstre que todo o tempo Você é comprometimento com a função que desempenha para com a sua equipe, superiores, clientes e com a empresa da qual se orgulha de fazer parte. Deixe claro que Você é um profissional ético.

05 - FRANQUEZA E LEALDADE - Seja franco e sincero em suas atitudes, nunca deixe de falar o que for preciso na hora e momento certo. Desta forma Você, estará fortalecendo a sua lealdade com a equipe. Porém, cuide-se na forma de como, quando e onde falar para não desmotivar ou transformar as pessoas em vitimas de uma ou outra situação. Exercite continuamente a "avaliação e analises dos fatos e nunca das pessoas".

06 - ELIMINE A PALAVRA "NÃO" FÁCIL - Ao ser abordado, jamais diga a palavra "não"; procure ouvir, faça avaliações, peça tempo se necessário. Busque constantemente a preferência pela palavra "sim". Pesquisas comprovam que uma equipe motivada e comprometida, torna-se criativas, apresentando soluções de melhorias, mesmo até quando entendemos que um determinado "processo" funciona bem.

07 - OTIMISMO E REALISMO - Motive diariamente a sua equipe, demonstre as metas e os objetivos, porém não cometa exageros que normalmente são repletos de boas intenções, mas não condizem com a realidade. Tenho como lema uma gestão "pé no chão", realista e coerente. Nada de fantasias
08 - ESTIMULE A COOPERAÇÃO - A cooperação é tida e reconhecida como uma das maiores "força no trabalho". Estimule o companheirismo em equipe, uma vez por semana - por exemplo -, apresente "experiências vividas por outras equipes em outras organizações", isto fará com que tomem iniciativas para cooperarem entre si.

09 - SAIBA O QUE A EQUIPE PENSA DE VOCÊ - Estimule a opinião da equipe e ou das equipes a seu respeito. Verifique e observe; como Você é avaliado, como percebem o seu desempenho. Crie um canal precioso de informações, para corrigir eventuais distorções em sua conduta e imagem profissional.

10 - LIBERDADE E CAUTELA - Nunca exagere nas brincadeiras e tão pouco favoreça intimidades com a sua equipe. Via de regra, alguns acabam achando que "podem tudo com Você". Defina uma espécie de "divisão", onde fiquem claro os limites entre a liberdade e a liberalidade, para que amanhã não se transforme em libertinagem.

11 - TENHA SENSO DE HUMOR - Para que você mantenha o humor, é necessário entender claramente que implica gostar de lidar com pessoas o tempo todo, todos os dias. Seja um Líder bem humorado, sabendo entender os momentos de descontração de alguns membros da sua equipe, e conte com um pessoal emocionalmente saudável e disponível.

12 - INTELIGÊNCIA EMOCIONAL - Saiba que a maioria das empresas já aderiram às lideranças emocionalmente inteligentes, portanto gerencie os seus impulsos e controle suas resistências para educar suas emoções. Nos eventuais acessos de desequilíbrios, se necessário, conte até 1000 para não por em risco o sucesso de sua liderança e até da carreira.

13 - REUNIÕES DESCONTRAIDAS E OBJETIVAS - Muito cuidado com aquelas reuniões intermináveis, dispersivas e cansativas, que para alguns se tornam uma sessão de cochilos e sonecas, enquanto que, para outros não passa de "conversa mole pra boi dormir" regado a cafezinho. Seja objetivo, resolva o que deve ser resolvido, mas não cometa o radicalismo.

14 - SENTIMENTO E SOLIDARIEDADE - Entenda o sentimento e seja solidário com cada membro da equipe. Jamais, ignore o lado humano de cada colaborador, e demonstre que Você está ao lado deles em qualquer situação. Porém, não deixe que confundam, com paternalismo ou protecionismo.
15 - AMBIENTE DE TRABALHO SAUDÁVEL - Não permita que o ambiente se transforme num campo de conflitos, interesses e fofocas, que levam às pessoas a serem desconfiadas entre si, gerando "aquele baixo astral". Comece explicando a todos, que é ali que passam até um terço de suas vidas, que, então é responsabilidade da equipe tornar o ambiente o mais saudável possível.

16 - COMPARTILHAR AS DECISÕES - Saiba dividir com seus colaboradores a responsabilidade de administrar e liderar a equipe, bem como saber compartilhar das sugestões apresentadas pelos membros da equipe. Porém, deixe sempre claro, que a palavra final é sua.

17 - CUIDE DAS ESPÉCIES NOCIVAS - 1º os preguiçosos - que detestam ouvir falar em trabalho -; 2º os pessimistas - nunca acreditam em si e tão pouco nos outros -; 3º os fofoqueiros - que só sabem envenenar as relações profissionais e humanas -; 4º os não éticos - porque ignoram o respeito aos demais em benefício próprio -. Não titubeie, mande-os para fora da organização e elimine qualquer risco de contaminar a sua equipe.

18 - CONQUISTAR E MANTER - Para ser Líder é necessário saber "conquistar as pessoas, o grupo, os colaboradores". Toda conquista deve ser pela competência, confiança, simpatia e a capacidade de motivar. A relação destes ingredientes leva Você à tarefa de "manter a conquista", pois saiba que o difícil não está na "conquista", mas sim em "mante-la".

19 - TRABALHE SOMENTE O NECESSÁRIO - Não permita que o trabalho faça de Você e sua equipe "os eternos escravos". Trabalhe durante as oito horas normais, isto é ser uma equipe competente e comprometida. Saiba que quando os excessos de horas tornam-se habituais, via de regra, indicam que muitos processos não andam tão bem como devia, e é claro Você e a equipe.

Qualidade no local de trabalho


Trabalhar em um lugar confortável traz maior rendimento ao trabalho e a produção. Mas algumas empresas não estão nem ai na segurança e no risco que este funcionário esta correndo durante seu expediente de trabalho. Vamos pensar mais nos funcionários que são o maior patrimônio que uma empresa pode ter. Faça algo a mais para ele sentir-se confortável, certamente ele vai trazer maior rendimento e consequentemente mais lucro para a empresa. Deixo algumas fotos que valem dar uma analisada.

O que é LER / Dort ?


As LER/Dort (Lesões por Esforços Repetitivos/Distúrbios Osteomusculares Relacionados ao Trabalho) englobam cerca de 30 doenças, das quais a tendinite, a tenossinovite e a bursite são as mais conhecidas. As LER/Dort são responsável pela alteração das estruturas osteomusculares -tendões, articulações, músculos e nervos.

O problema é provocado normalmente por atividades desenvolvidas no trabalho, pelo excesso de uso do sistema músculo-esquelético.

A repetição de atividades, a postura incorreta e o excesso de força podem obstruir a circulação sanguínea, impossibilitando a irrigação de estruturas importantes como as artérias e os nervos. Quando isso ocorre, há a fibrose que desencadeia processos inflamatórios nos músculos -bursite e tendinite.

É por isso que o ambiente de trabalho inadequado pode ser uma inesgotável fonte de problemas. Falta de organização, mobiliário não adaptado, repetição das atividades, má divisão das tarefas, cobrança por produtividade, pressão no ambiente de trabalho e sobrecarga física são alguns dos fatores que levam o profissional a desenvolver alguma das doenças das LER/Dort.

O primeiro sinal é a dor. Depois a pessoa começa a sentir formigamento e dormência-espécie de insensibilidade ou fraqueza para segurar objetos. Nesse ponto, a inflamação pode começar a percorrer o corpo.

As LER/Dort têm quatro estágios:

Primeira fase: A dor aparece durante os movimentos e é difusa, ou seja, não é possível definir exatamente que parte do corpo está doendo.

Segunda fase: nesse estágio a dor é mais persistente, mas o quadro ainda é leve. Se as condições de trabalho forem alteradas ainda é possível reverter o quadro.

Terceira fase: a partir desse estágio a doença é crônica, sendo, portanto irreversível. Há perturbação durante o sono, em razão das dores, e as inflamações se tornam um processo degenerativo, que pode afetar os nervos e os vasos sanguíneos de maneira prejudicial. Nessa fase a dor é sentida em pontos definidos e não cede mesmo durante períodos de relaxamento e repouso. A dor aparece sobre a forma de pontadas e choques.

Quarta fase: entre o penúltimo estágio e esse, os processos infecciosos podem causar deformidades, como cistos, inchaços e perda de potência (força). A dor pode se tornar insuportável, e até atividades comuns da vida diária, como escovar dentes e cabelos, tornam-se impraticáveis.

Nessa última fase, muitos pacientes recebem injeção de morfina para aliviar a dor e alguns chegam até a passar por cirurgias.

O tratamento depende do estágio de evolução da lesão, mas independentemente da fase é indispensável o tratamento interdisciplinar -acompanhamento médico, fisioterapêutico, terapia ocupacional, acupuntura e psicológico (nos casos onde há traços de depressão).

Remédios antiinflamatórios também são prescritos durante o tratamento. Recursos alternativos como o Lian Gong -ginástica terapêutica chinesa- a hidroterapia e o Do-in também são indicados.

No terceiro estágio, em substituição à fisioterapia deve-se optar pela hidroterapia, acompanhada do shiatsu. Isso ocorre porque a fisioterapia pode provocar dores no paciente.

A caminhada é outro ótimo recurso, já que ajuda a estimular a liberação de endorfina, responsável pelo alívio da dor e pelo relaxamento do corpo.

O melhor jeito de evitar as doenças das LER/Dort é cuidar das questões da ergonomia, ou seja, organizar o trabalho em função da relação entre o homem e a máquina, para que o profissional não force o corpo adotando uma postura errada. Ter mobiliário adequado é outro ponto importante.

A organização e ritmo de trabalho também devem ser adequados para que o trabalhador não fique sobrecarregado. Deve-se evitar o excesso de carga horária, e quando isso ocorrer, procurar compensar o esforço de outras formas.

O monitor deve ficar na linha dos olhos e nunca mais baixo. Desta forma, a coluna não ficará curvada.

O teclado deve ser posicionado de maneira que o braço forme com o antebraço um ângulo de 90º. Hoje, há também teclados com um design mais moderno que têm disposição adequada das teclas para cada uma das mãos.

O uso de apoiadores de mão arredondados e macios, que são colocados entre o teclado e a borda da mesa, evitam a obstrução da circulação sanguínea. Um bom mouse pad tem a borda arredondada e macia.

O bumbum não deve ficar na ponta da cadeira deixando as costas envergadas. A coluna precisa ficar ereta, mas não excessivamente tensa.

Um apoio nos pés, espécie de minidegrau, ajuda a manter a postura, não deixando que haja pressão na área da coluna.

Evite ficar com as pernas cruzadas ou sentar-se sobre elas. Essa prática pode dificultar a circulação do sangue, causando formigamento e incômodo.

O monitor do computador deve ser reclinável para que cada um o adapte da melhor maneira. Apoiadores para os punhos, placa arredondada macia para o teclado e mouse pad com borda tornam a digitação um exercício menos “pesado”.

As cadeiras devem ter regulagem de altura para o encosto, o acento e os braços - que são indispensáveis. O apoio para os pés também deve ser regulável.

Boa iluminação e ventilação no ambiente são desejáveis. Mas o excesso de refrigeração (ar-condicionado muito forte) pode contribuir para a ocorrência da LER, já que afeta a circulação.

Logicamente, os acessórios mudam de acordo com a profissão e com o ambiente de trabalho. Por exemplo, para quem fala muito ao telefone e digita ao mesmo tempo o uso de fone de ouvido é indispensável.

Sim, isso deve ocorrer em qualquer função onde haja repetição de movimentos e também para pessoas que ficam muito tempo na mesma posição. A pausa deve ser de 10 minutos a cada 50 trabalhados.

Nesse tempo, o profissional precisa fazer exercícios de relaxamento, alto massagem, como o do-in, alongar os dedos das mãos, pés, braços e movimentar o pescoço e as pernas. Esses movimentos exercitam o que ficou parado, irrigando os tecidos.

Quem fica muito tempo de pé deve, nesse tempo de descanso, sentar um pouco para descansar as pernas e os pés.

Qualidade de vida no trabalho


Qualidade de vida é o grande tema desse século. Muito tem-se debatido e estudado sobre o tema QVT(Qualidade de vida no Trabalho). A Qualidade de vida não refere-se somente à prática de exercícios físicos e cuidados com a saúde, mas também a diversos fatores que determinam se uma pessoa leva ou não, uma vida adequada de acordo com seus padrões pessoais.

Assuntos relacionados como: motivação, auto-realização humana, segurança, saúde, globalização, tecnologia, costumes e cultura, também ajudam na construção de uma idéia básica da QVT

Fatores de desmotivação como: os extrínsecos, relacionados com os fatos corriqueiros do dia-a-dia; discussões com chefe, mau relacionamento com companheiros de trabalho, material adequado para desenvolver seu trabalho, questão salarial e os intrínsecos, que tem a ver com o que a pessoa entende por certo ou errado, por fundamental, prioritário.

Com a crescente necessidade de termos sucesso em todos os setores da vida, trabalho, família, amigos. O insucesso em um desses setores pode se refletir radicalmente no outro. Um trabalhador fracassado como “homem da casa” transfere para o trabalho toda a possibilidade de se realizar. Assim, o trabalho assume dimensões gigantescas na vida das pessoas. É o que podemos chamar de Qualidade de Vida no Trabalho e Auto Realização Humana.

Neste contexto, é perfeitamente pertinente e muito relevante percebermos que a QVT está relacionada com o que o ser humano traz consigo: sentimentos e ambições. Um funcionário sempre quer ser parte da engrenagem: trabalhar, dar sugestões, debater idéias, ajudar a empresa a crescer. Ninguém mais quer ser comparado a um robô que apenas recebe ordens e simplesmente as executa.

Contudo fica claro que a QVT só pode ser atingida com a integração do funcionário e do patrão. O funcionário percebendo e discutindo seus interesses e aspirações. O patrão dando condições e promovendo satisfação do funcionário, melhorando assim a produtividade da empresa.

Com a globalização se tornou necessário, planejar, organizar e se preocupar com a QTV, pois tanto a empresa quanto o empregado tem direitos e deveres, e cada vez mais temos uma comunicação mais ágil e o ser humano interagido com o mundo todo através da Internet.

O papel da empresa em desenvolver a Qualidade de Vida no Trabalho vai além dos objetivos de qualidade e produtividade, promovendo a humanização do trabalho. A empresa que investe em QVT atinge mais facilmente um elevado nível de produtividade e qualidade.

O que mais desejamos na vida é felicidade, busca antiga do homem. Porém, para ser feliz, é necessário ter saúde, satisfação consigo próprio e com seu trabalho, e tudo isso compreende qualidade de vida.

Você profissional em Segurança no Trabalho, procure sempre fazer algo a mais pelo trabalhador de sua empresa, trabalhador feliz = melhor produtividade= maior lucro = estabilidade, aumento salarial = trabalhador satisfeito.

Conceito de acidente de trabalho


CONCEITO LEGAL – Lei nº. 8.213, de 24 de julho de 1991, alterada pelo Decreto nº 611 de 21 de julho de 1992.
Artigo 19 – Acidente de trabalho é aquele que ocorre pelo exercício do trabalho, a serviço da empresa ou, ainda, pelo serviço de trabalho de segurados especiais, provocando lesão corporal ou perturbação funcional que cause a morte, a perda ou redução da capacidade para o trabalho, permanente ou temporária.
A Legislação Brasileira também considera como acidente de trabalho:
-a doença profissional, assim entendida a produzida ou desencadeada pelo exercício do trabalho peculiar a determinada atividade e constante na relação organizada pelo Ministério da Previdência Social;
-a doença do trabalho, assim entendida ou desencadeada em função de condições especiais em que o trabalho é realizado e com ele se relaciona diretamente, desde que constante da relação organizada pelo MPS;
-em caso excepcional, constando-se que a doença não consta da relação do MPS, mas resultou de condições especiais em que o trabalho é executado e com ele se relaciona diretamente. A Previdência Social, nesse caso, deve considerá-la acidente de trabalho.
Não serão consideradas como doença do trabalho:
-a doença degenerativa;
-a inerente ao grupo etário;
-a que não produz incapacidade laborativa;
-a doença endêmica, salvo comprovação de que resultou de exposição ou contato direto, determinado pela natureza do trabalho.
Equiparam-se ao acidente de trabalho:
-O acidente ligado ao trabalho, embora não tenha sido a causa única, que haja contribuído diretamente para a morte, para a perda ou a redução da capacidade para o trabalho, ou produzido lesão que exija atenção médica para a recuperação.
O acidente sofrido pelo empregado no local e no horário de trabalho, em conseqüência de:
-Ato de sabotagem ou de terrorismo praticado por terceiros ou companheiro de trabalho;
-Ofensa física intencional, inclusive de terceiro, por motivo de disputa relacionada com o trabalho;
-Ato de imprudência, de negligência ou de imperícia de terceiro ou de companheiro de trabalho;
-Ato de pessoa privada do uso da razão;
-Desabamento, inundação ou incêndio e outros casos fortuitos decorrentes de força maior.
-A doença proveniente da contaminação acidental do empregado no exercício de sua atividade.
-O acidente sofrido, ainda que fora do local e do horário de trabalho:
-Na execução de ordem ou na realização de serviço sob a autoridade da empresa;
-Na prestação espontânea de qualquer serviço à empresa, para lhe evitar prejuízo ou proporcionar proveito:
-Em viagem a serviço da empresa, inclusive para estudo, quando financiado por esta, dentro de seus planos para melhorar a capacitação de mão-de-obra, independentemente do meio de locomoção utilizado, inclusive veículo de propriedade do empregado;
-No percurso da residência para o local de trabalho ou deste para aquela, qualquer que seja o meio de locomoção, inclusive veículo de propriedade do empregado.
Será considerado agravamento de acidente aquele sofrido pelo acidentado quando estiver sob a responsabilidade da Reabilitação Profissional.
Obs.: Nos períodos destinados à refeição ou ao descanso, ou por ocasião de satisfação de outras necessidades fisiológicas, no local de trabalho ou durante este, o empregado será considerado a serviço da empresa.
Situações em que o empregado não está a serviço da empresa.
Cabe lembrar que, de acordo com a Norma Brasileira – NB 18 – o empregado não será considerado a serviço da empresa, quando:
-Fora da área da empresa, por motivos pessoais, não do interesse do empregador ou do seu preposto;
-Em estacionamento proporcionado pela empresa para seu veículo, não estando exercendo qualquer função do seu emprego;
-Empenhado em atividades esportivas patrocinadas pela empresa, pelas quais não receba qualquer pagamento direta ou indiretamente;
-Embora residindo em propriedade da empresa, esteja exercendo atividades não relacionadas com o seu emprego;
-Envolvido em luta corporal ou outra disputa sobre assunto não relacionado com o seu emprego.

Principais fatores que causam os acidentes e doenças profissionais


Sob o ponto de vista prevencionista, causa de acidente é qualquer fato que, se removido a tempo, teria evitado o acidente. Os acidentes são evitáveis, não surgem por acaso e, portanto, são passíveis de prevenção.
Sabemos que os acidentes ocorrem por falha humana ou por fatores ambientais.

FALHA HUMANA – A falha humana, também chamada de Ato Inseguro, é definida como sendo aquela que decorre da execução de tarefas de forma contrária às normas de segurança. São os fatores pessoais que contribuem para a ocorrência de acidentes.
É toda ação consciente ou não, capaz de provocar algum dano ao trabalhador, aos companheiros de trabalho ou às máquinas, aos materiais e equipamentos.
Os processos educativos, a repetição das inspeções, as campanhas e outros recursos se prestarão a reduzir sensivelmente tais falhas, que podem ocorrer em virtude de:
Inaptidão entre o homem e a função;
Desconhecimento dos riscos da função e ou da forma de evitá-los;
Desajustamento, motivado por:
Seleção ineficaz;
Falhas de treinamento;
Problemas de relacionamento com a chefia ou companheiros;
Política salarial e promocional imprópria;
Clima de insegurança quanto à manutenção do emprego;
Diversas características de personalidade.
Nota-se, portanto, a necessidade de analisar tecnicamente um acidente, levantando todas as causas possíveis, uma vez que a falha humana pode ser provocada por circunstâncias que fogem ao alcance do empregado e poderiam ser evitadas. Tais circunstâncias poderiam, inclusive, não apontar o homem como o maior causador dos acidentes.
FATORES AMBIENTAIS – Os fatores ambientais (condições inseguras) de um local de trabalho são as falhas físicas que comprometem a segurança do trabalho. Exemplificando, podemos citar:
Falta de iluminação;
Ruídos em excesso;
Falta de proteção nas partes móveis das máquinas;
Falta de limpeza e ordem (asseio);
Passagens e corredores obstruídos;
Piso escorregadio;
Proteção insuficiente ou ausente para o trabalhador.
Por ocasião das inspeções de segurança são levantados os fatores ambientais de insegurança e, por meio de recomendações para correção de tais falhas, elas poderão ser evitadas.
Embora nem todas as condições inseguras possam ser resolvidas, é sempre possível encontrar soluções parciais para as situações mais complexas e soluções totais para a maior parte dos problemas observados. Os fenômenos da natureza podem ser previstos, mas são de difícil controle pelo homem (raios, furacões, tempestades, etc).
Se conseguirmos controlar as falhas humanas e os fatores ambientais que concorrem para a causa de um acidente de trabalho, estaremos eliminando os acidentes.
Os instrumentos mais eficazes para a prevenção dos acidentes são:
Inspeções de segurança.
Processos educativos para o trabalhador.
Campanhas de segurança
Análise dos acidentes
CIPA atuante.

Um acidente pode envolver qualquer um, ou uma combinação dos seguintes fatores:
HOMEM – Uma lesão, que representa apenas um dos possíveis resultados de um acidente.
MATERIAL – Quando o acidente afeta apenas o material.
MAQUINARIA – Quando o acidente afeta apenas as máquinas. Raramente um acidente com máquina se limita a danificar somente a máquina.
EQUIPAMENTO – Quando envolver equipamentos, tais como: empilhadeiras, guindastes, transportadoras, etc.
TEMPO – Perda de tempo é o resultado constante de todo acidente, mesmo que não haja dano a nenhum dos fatores acima mencionado.
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